A dois meses descobri que tenho cancer de pele, o mais grave deles o Melanoma Maligno, com isso venho alertar a todos que deixem a vaidade de lado, e evitem o sol, usem protetor ate nos dias nublados. Hoje me arrependo de nao ter feito isso, sempre cuidei muito da aparencia e ignorava a doença, hoje alem de estar sofrendo com isso, vou ter que fazer enxerto no braço e barriga.
Entao meninas, protejam-se!!!!!
ACIDENTES COM
ANIMAIS PEÇONHENTOS
Os critérios para a classificação das serpentes a partir da observação da cabeça triangular, escamas, olhos ou cor do animal são bastante falhos, sendo assim é aconselhável não afirmar se a cobra é ou não peçonhenta com base apenas na observação dessas características.
Para descobrir se a cobra é ou não peçonhenta, há uma regra geral: caso a cobra apresente um orifício situado entre o seu olho e narina, chamado de fosseta lóreal, a cobra pode ser considerada peçonhenta, é a chamada "cobra de quatro narinas". A única exceção a essa regra é a cobra coral, que não apresenta essa peculiaridade, porém é bastante chamativa, pois é bem colorida.
O grau de toxicidade da picada depende da potência, quantidade de veneno injetado e do tamanho da pessoa atingida. No Brasil, a maioria dos acidentes ofídicos é devido a serpentes dos gêneros Botrópico, Crotálico e Elapídico.
Sinais e Sintomas:
1. Botrópicos: (Urutu, Jararaca, Jararacuçu) - Fortes dores no local, inchaço, vermelhidão ou arroxeamento e aparecimento de bolhas. O sangue torna-se de difícil coagulação e pode-se observar hemorragia no local da picada, bem como na gengiva.
2. Crotálico (Cascavel): Quase não se vê o sinal da picada, e também há pouco inchaço no local. Alguma hora após o acidente se observa a dificuldade que o paciente tem de abrir os olhos, acompanhada de visão "dupla" (vê os objetos duplicados). O paciente fica com "cara de bêbado". Outro sinal é o escurecimento da urina, após 6 e 12 horas da picada, caracterizando pela cor de coca-cola. É responsável por 9% dos acidentes.
3. Elapídico (Corais): Pequena reação no local da picada. Poucas horas após, ocorre a "visão dupla", associada à queda das pálpebras; a vítima também fica com "cara de bêbada". Outro sinal é a falta de ar, que pode, em poucas horas, causar a morte do paciente.
Caso você encontre uma vítima de uma serpente, proceda da seguinte forma:
· Deixe a vítima em repouso absoluto.
· Mantenha a parte afetada em posição mais baixa que o corpo, para dificultar a difusão do veneno.
· Lave o local com água e sabão.
· Afrouxe as roupas da vítima, procure retirar acessórios que dificultem a circulação sangüínea da vítima.
· Tranqüilize a vítima.
· Se for possível, capture a cobra, viva ou morta, para posterior identificação no CIAVE (Centro de Informações Anti Veneno, no Hospital Roberto Santos em Salvador, Ba).
· Dirigir-se urgentemente a um serviço médico. Procure socorro, principalmente após trinta minutos em que ocorreu o acidente.
· A vida do acidentado depende da rapidez com que se fizer o tratamento pelo soro no hospital mais próximo.
Medidas que só atrapalham e que não devem ser feitas:
· Torniquete, garrote, incisões e sucções na picada NÃO devem, sob nenhuma hipótese, serem realizadas porque bloqueiam a circulação e podem causar infecção, necrose e gangrena na vítima.
· Infusões e fazer a vítima beber álcool ou gasolina , em nada ajudam a melhora da vítima.
· Fazer com que a vítima se movimente e ou corra, pode fazer com que o veneno se espalhe pelo corpo, agravando o estado da vítima.
Mais importante que prestar socorro nesse tipo de acidente é fazer a prevenção:
· Não trabalhar ou andar descalço em jardins;
· Não mexer em buracos no chão ou em paredes;
· Olhar bem para o chão ou em paredes; Olhar bem para o chão quando estiver caminhando;
· Ter cuidado com montes de folhas, capim seco, e com mato;
· Lugares onde aparecem muitos roedores (ratos) são os melhores para as cobras se alimentarem;
· Mantenha jardins e quintais limpos; não deixe perto de casa restos de materiais de construção;
· Só ande em regiões de matas com botas até os joelhos.
· Não ataque esses animais, nem procure importuná-los. Eles o atacarão apenas ao sentirem-se ameaçados.
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Surucucu |
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A maior cobra venenosa da América do Sul, chegando a medir, quando adulta, 4,5 m. Encontrada na Floresta Amazônica e Mata Atlântica. Responsável por cerca de 3% dos acidentes. Outras denominações: pico-de-jaca, surucutinga, surucucu- de-fogo, surucucu pico-de-jaca. |
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Cascavel |
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Possui chocalho na ponta da cauda e chega a medir 1,6 m de comprimento. Preferem os campos abertos e regiões secas e pedregosas. Responsáveis por 8% dos acidentes ofídicos que ocorrem no País. Outras denominações: boicininga, maracabóia e maracambóia. |
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Jararaca e Jararaca Pintada (Bothrops jararaca) (Bothrops neuwiedi) |
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Sua cauda é lisa. Quando adulta, seu tamanho varia entre 40 cm a 2 m. Existem mais de 30 variedades que apresentam diferentes cores e desenhos. São encontradas em todo o País e responsáveis por 88% dos acidentes registrados. Outras denominações: caiçaca, jararacuçu, cotiara, cruzeira, urutu, jararaca-do-rabo-branco, surucucurana. |
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Corais (Micrurus corallinus e Micrurus frontalis) |
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Encontradas em todo o País, têm hábitos noturnos e praticam o canibalismo. Durante o dia descansam. Responsáveis por apenas 1% dos acidentes registrados. A coral é considerada a mais perigosa do Brasil, seu veneno age no sistema nervoso e pode levar uma pessoa a morte em poucos minutos. Outras denominações: coral verdadeira e ibiboboca. |
Acidentes com Escorpiões:
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Os escorpiões são seres que só picam quando se sentem ameaçados.
São animais de hábito noturno. Têm como habitat ambiente pouco desbravado e bastante recluso.
Apesar do folclore que existe acerca desse animal, a sua letalidade depende da toxidez da picada, da quantidade de veneno injetado e do tamanho da pessoa atingida.
Grande parte das vítimas desse tipo de acidente consegue sobreviver.
O veneno dos escorpiões é neurotóxico (age no sistema nervoso central).
A sua picada geralmente é dolorosa. Em casos mais graves pode ocorrer parada respiratória ou parada cardíaca, principalmente quando acomete crianças e pessoas idosas.
Sinais e Sintomas:
· Náuseas.
· Sialorréia.
· Cefaléia.
· Visão turva.
· Torpor.
· Parestesia ou formigamento.
· Queda da tensão arterial.
Como prestar primeiros socorros para uma vítima picada por um escorpião:
· Deixe a vítima em repouso absoluto.
· Mantenha a parte afetada em posição mais baixa que o corpo, para dificultar a difusão do veneno.
· Lave o local com água e sabão.
· Afrouxe as roupas da vítima, procure retirar acessórios que dificultem a circulação sangüínea da vítima.
· Tranqüilize a vítima.
· Se for possível, capture a cobra, viva ou morta, para posterior identificação no CIAVE (Centro de Informações Anti Veneno, no Hospital Roberto Santos em Salvador, Ba).
· Dirigir-se urgentemente a um serviço médico. Procure socorro, principalmente após trinta minutos em que ocorreu o acidente.
· A vida do acidentado depende da rapidez com que se fizer o tratamento pelo soro no hospital mais próximo.
Acidentes com Aranhas:
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Armadeira (Phoneutria) |
Cor marrom acinzentada com manchas claras formando pares no dorso do abdome. O animal adulto mede 3 centímetros de corpo e até 15 centímetros de envergadura de pernas. Não faz teias. Habita terrenos baldios, escondendo-se, durante o dia, em fendas, sob casca de árvores e até dentro de residências (principalmente em roupas e calçados). É extremamente agressiva. Após a picada, ocorre dor intensa e imediata no local e, em casos mais graves, suor e vômitos. |
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Aranha de grama |
Cor marrom acinzentada, apresentando um desenho em forma de seta no abdome. O animal adulto mede de 2 a 3 centímetros de corpo e 5 a 6 centímetros de envergadura de pernas. Habita campos e gramados e não é agressiva. No local da picada, pode ocorrer leve descamação da pele. |
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Aranha Marrom (Loxosceles) |
Cor marrom, abdome em forma de caroço de azeitona, mede aproximadamente 1 centímetro de corpo e 3 centímetros de envergadura de pernas. Vive sobre cascas de árvores, nas residências, atrás de móveis, nos sotãos e garagens. Não é agressiva. Dor pouco intensa no momento da picada, mas, entre 12 a 24 horas após, ocorrem, no local da picada, bolhas e escurecimento da pele (necrose). Também pode ocorrer escurecimento da urina, febre, vermelhidão e coceira na pele. |
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Aranha Caranguejeira (Pachistopelma Rufonigrum) |
Cor marrom escuro, coberta de pêlos,
podendo atingir até 25 centímetros de comprimento com as patas
estendidas. Dificilmente pica. O que ocorre com maior frequência é
uma reação alérgica pela ação irritante dos pêlos do seu abdome,
que se desprendem quando o animal se sente
ameaçado. |
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Viúva Negra (Latrodectus) |
Aranha de cor avermelhada com desenho em forma de ampulheta no ventre. Mede aproximadamente 1.5 cm de corpo e 3.0 cm de envergadura de pernas. Vive em residências rurais e em plantações. É muito ativa durante o dia. Não é agressiva. Causa muita dor no local da picada, que se irradia imediatamente. Contrações e dores musculares, podendo evoluir para convulsão. Suor, dor abdominal, vômitos, podendo ocasionar até choque. |
São animais que só atacam quando atacados, não são agressivas. As aranhas apresentam uma peculiaridade: possuem hábitos domésticos, muitas vezes fazendo seus ninhos dentro de nossas casas, talvez por isso os acidentes com aracnídeos são mais comuns comparados com os que ocorrem com escorpiões e ocorre com mais freqüência entre os meses de março e maio.
Sinais e Sintomas:
Os sintomas apresentados pelas vítimas desses acidentes são muito parecidos com os das vítimas de escorpiões.
Como prestar primeiros socorros para uma vítima picada por uma aranha:
Os primeiros socorros também são os mesmos prestados aos acidentes ofídicos.
Acidentes com Taturanas:
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Taturana (Lonomia sp.) |
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As lagartas venenosas são a fase larval das borboletas ou mariposas. Possuem pelos ou espículos simples ou arborecentes por onde secretam veneno (que são substâncias alergenas) que causa coceira, provoca queimaduras e dor. As lagartas do gênero Lonomia, também conhecidas como Taturana, são lagartas de cor marrom-claro-esverdeado, com manchas amarelo-escuro. Apresentam listras de coloração castanho-escuro ao longo do corpo e espinhos ao longo do dorso. Não ultrapassam 6 a 7 centímetros. A reação imediata ao contato é de ardência e edema local. Hemorragia pode ocorrer precocemente (antes de 72 horas) quando o contato é maciço, ou tardiamente (após 72 horas) quando o contato é superficial. Pode haver insuficiência renal. |
FRATURAS
Fratura:
É a ruptura total ou parcial do osso e podem ser fechadas ou expostas.
Fratura fechada:
Na fratura fechada não há rompimento da pele, ficando o osso no interior do corpo.
Fratura exposta:
Fratura na qual há rompimento da pele. Beste tipo de fratura ocorre simultaneamente um quadro de hemorragia externa, existindo ainda o risco iminente de infecção.
Identificação:
Dor local:
Uma fratura sempre será acompanhada de uma dor intensa, profunda e localizada, que aumenta com os movimentos ou pressão.
Incapacidade funcional:
É a incapacidade de se efetuar os movimentos ou a função principal da parte afetada.
Deformação ou inchaço:
Ocorre devido ao deslocamento das seções dos ossos fraturados ou acúmulo de sangue ou plasma no local. Um método eficiente para se comprovar a existência de deformação é o de se comparar o membro fraturado com o são.
Crepitação óssea:
É um ruído produzido pelo atrito entre as seções ósseas fraturadas. Este sinal, embora de grande valor para diagnosticar uma fratura, não deve ser usado como método de diagnóstico para não agravar a lesão.
Mobilidade anormal:
É a movimentação de uma parte do corpo onde inexiste uma articulação. Pode-se notar devido à movimentação anormal ou à posição anormal da parte afetada. Este método, assim como o anterior, não deve ser forçado. No caso de dúvida, sempre considerar a existência da fratura.
Tratamento da fratura fechada:
· Aplicar tração em fraturas de membros sempre que possível;
· Imobilizar a fratura mediante o emprego de talas, dependendo das circunstâncias e alinhamento do osso;
· Imobilizar também a articulação acima e abaixo da fratura para evitar qualquer movimento da parte atingida;
· Observar a perfusão nas extremidades dos membros, para verificar se a tala ficou demasiadamente apertada;
· Verificar presença de pulso distal e sensibilidade;
· Tranqüilizar o acidentado mantendo-o aquecido e na posição mais cômoda possível;
· Prevenir o estado de choque;
· Remover a vítima em maca;
· Transportar para o hospital.
Obs: Como em qualquer traumatismo grave, a dor e o estado psicológico (stress) podem causar o choque, devendo o socorrista preveni-lo.
Em fraturas anguladas ou em articulações não se deve tracionar. Imobilizar como estiver.
Tratamento da fratura exposta:
Este tipo de fratura é caracterizado pela hemorragia abundante, risco de contaminação, bem como lesões de grande parte do tecido. As medidas de procedimento são:
· Gentilmente, tentar realinhar o membro;
· Estancar a hemorragia, mediante emprego de um dos métodos de hemostasia;
· Não tentar recolocar o osso no interior da ferida;
· Prevenir a contaminação, mediante assepsia local, mantendo o ferimento coberto com gaze esterilizada ou com as próprias roupas da vítima (quando não houver gaze);
· Imobilizar com tala comum, no caso de fratura onde os ossos permaneçam no seu alinhamento, ou empregar a tala inflável, a qual estancará a hemorragia (tamponamento) e prevenirá a contaminação;
· Se não for possível realinhar a fratura, imobilizá-la na posição em que estiver;
· Checar a presença de pulso distal e sensibilidade;
· Nos casos em que há ausência de pulso distal e/ou sensibilidade, o transporte urgente para o hospital é medida prioritária;
· Prevenir o estado de choque tranqüilizando a vítima e evitando que veja o ferimento;
· Remover a vítima em maca;
· Transportar a vítima para o hospital.
Obs: Fraturas e deslocamentos na região do ombro (clavícula, omoplata e cabeça de úmero) devem ser imobilizadas com bandagem.
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